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Pilates para grávidas

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Há um mito que ronda as mentes das gestantes de segunda viagem há bastante tempo: que, se houve um parto cirúrgico (ou seja, parto cesariano), não há mais possibilidade de ter um parto via vaginal.Salvo alguns casos, essa é uma bela forma de botar medo na mentes das pobrezinhas! É bem verdade que, quanto mais partos cesarianos seguidos, menor a possibilidade do parto normal acontecer com segurança. Isso porque a região uterina onde fica a cicatriz do corte não fica tão íntegra e resistente quando uma fibra muscular que nunca sofreu cortes antes. Mas na maioria dos casos em que o primeiro parto foi via cesárea, é muito provável que o segundo possa ser normal, se for da vontade da gestante e se todas as condições relativas à sua saúde estiverem favoráveis.

Assim como as mães que sempre deram à luz naturalmente, essas mães também precisam se preparar para o parto, mas talvez de maneira mais especial. Como houveram cortes muito profundos e em muitas camadas de tecido, é necessário reforçá-las novamente para que sejam eficientes na hora P. Alimentação balanceada cuidadosamente, pilates para gestantes e outros cuidados serão fundamentais para que tudo corra bem na chegada do próximo bebê.

Começando cedo

A descisão de escolher o parto normal após a cesárea é uma opção muito difícil a ser tomada.Essas mulheres que resolveram tentar o parto normal após uma cesárea têm a noção de que precisarão começar os preparativos bem cedo. A primeira dificuldade será encontrar um médico que aceite isso – porque infelizmente a maioria deles vai tender a desencorajar essa decisão. Mas existem médicos que, se perceberem que está tudo bem para um parto seguro, aceitarão acompanhar a gestação e o parto – normal, se realmente for possível.

Encontrou um médico que aceite sua decisão? Então agora é hora de procurar duas ajudas fundamentais: de nutricionista e de preparador físico. A nutricionista, além de ajudar a gestante a ganhar o peso adequado sem passar da medida (e ainda suprir carências nutricionais), vai também direcionar a alimentação para os elementos que ajudam a fortalecer a musculatura de maneira geral. O preparador vai ajudar a fortalecer todo o corpo, tanto para a gestação em si quanto para o momento do parto. Aliás, existem exercícios específicos para fortalecer os músculos envolvidos no parto, que ajudam MUITO se estiverem devidamente condicionados. O pilates para gestantes tem exercícios bastante direcionados e são ideais para as grávidas, mães e primeira viagem ou não, que já passaram por cesáreas ou não.

Pegando leve pra depois pegar pesado

O pilates para gestantes pode ser uma boa forma de fazer sua gestação se tornar muito mais saudável.O parto normal realmente é um momento que envolve perseverança, paciência (sim, bastante) e muita, muita força. Mas isso não quer dizer que a preparação deva ser igualmente trabalhada na força. Na verdade, o correto é que os exercícios sejam feitos de maneira controlada para não colocar a gestação em risco. Mas mesmo sendo realizados de maneira mais leve e com menos pesos (ou mesmo sem nenhum), é impressionante como a musculatura se desenvolve.

Na hora do parto, esse trabalho se revela uma das maiores ajudas que a parturiente recebe. A respiração fica eficiente mesmo nos momentos de maior demanda; a musculatura abdominal está forte e faz toda a diferença no período expulsivo; a capacidade de concentração está maior devido à dedicação aos exercícios durante os meses de preparação.

A palavra-chave para o parto normal, então, é preparação, principalmente se houve cesárea no parto anterior.

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No tempo das nossas avós, a gravidez não era vista como é hoje. As grávidas eram tratadas como chinesinhas de porcelana finíssima que podia se quebrar até com o esbarrar de uma pétala. O trabalho doméstico era dividido entre as outras pessoas da casa (fatalmente, outras mulheres… aqueles eram outros tempos…), as gestantes eram proibidas de pegar peso ou de fazer faxina muito pesada. Haviam crendices como evitar lavar os cabelos com frequência, tomar leite morno recém-tirado das vacas, evitar dormir como marido, etc. Exercícios? “Nem pensar! Grávida Não pode fazer esforço, tem que descansar até o dia do parto! Deixa ela quieta!”

Não é que dava tudo errado, mas com certeza alguns partos poderiam ter sido mais bem-sucedidos – e até mais rápidos – se as gestantes tivessem podido pelo menos se exercitar um pouco. Algumas caminhadas, ao menos, para fortalecer os músculos das pernas, da barriga e das costas (para segurar e equilibrar melhor o corpo). Mas com o tempo e o avanço da medicina, os próprios médicos foram mudando a maneira das gestantes e de suas famílias enxergarem a gravidez. As vantagens da realização de atividades físicas condizentes com cada fase da gravidez foram se tornando cada vez mais evidentes e o resultado é o que se vê hoje: gestantes fazendo caminhadas (algumas até correm), ginástica e até Pilates para gestantes nas academias especializadas. Muitas avós mais moderninhas acham isso tudo um barato mas outras com certeza ainda ficam horrorizadas!

Vestidas para malhar

As-gestantes-de-hoje-em-dia,-têm-mostrado-uma-rotina-bastante-saudável-para-fazer-todas-as-suas-tarefas.Não, as grávidas de hoje não se parecem mais com aquelas de antigamente. O ritmo frenético em que estavam antes da gestação continua até onde der: ainda vão trabalhar, ainda cuidam da casa, do marido e dos filhos (se já tiverem), ainda discutem com prestadores de serviço, reclamam da política atual, saem nas manifestações, vão sozinhas ao supermercado, dirigem para todos os lados… E cuidam tão bem do corpo que algumas só aparentam ser gestantes nos últimos dois meses!

A preocupação que viralizou por aí e que se tornou característica dos tempos atuais – o culto ao corpo – acabou atingindo estas mulheres que passam por essa fase tão especial da vida. Para algumas é terrível parecer grávida, pois gestação, para elas, é sinônimo de mulher gorda, empanturrada de comida e que não cabe em roupa nenhuma. Então, uma das primeiras providências que tomam é procurar o personal da academia de ginástica (que elas provavelmente já frequentam) e conversar sobre este novo momento e quais seriam os exercícios mais indicados. Para evitar riscos, em geral prefere-se a hidroginástica ou o Pilates para gestantes, cujos impactos podem ser melhor acompanhados e programados.

Saindo da academia, o próximo passo é procurar uma boa loja de roupas esportivas e comprar alguns conjuntos para usar durante a gestação, já que uma hora a barriga vai aparecer e não vai caber nos modelitos atuais. Em geral, as grávidas ficam mais confortáveis em conjuntos de malha de algodão, ou a dupla infalível leg + camisão folgado. Para a hidroginástica, não faltam maiôs normais oi maiôs de shortinho (aquele com pernas), com costura especial na região da barriga para que ela caiba sem ser comprimida.

Acessórios especiais

Independente da prática esportiva ou não, uma coisa comum a todas as gestantes é a dificuldade em sustentar o peso da barriga e em encontrar o novo ponto de equilíbrio. Afinal, nove meses pode parecer muito tempo, mas para o organismo é muito pouco. O crescimento é mais rápido do que a pele, por exemplo, está acostumada. A coluna e a musculatura toda precisa se adaptar diariamente à nova condição, e isso é uma tarefa árdua.

É-importante-a-gestante-utilize-acessórios-como-forma-de-aprimoramento-do-corpo-e-costume-as-suas-transformações.Por isso, o próprio mercado da moda, em união com obstetras e fisioterapeutas, criou alguns acessórios que podem ajudar muito no restabelecimento do equilíbrio e da postura correta. Uma delas são as lingeries especiais. A calcinha tem o cós bem alto para abraçar toda a barriga e, em alguns modelo, há uma faixa de tecido elástico posicionada de maneira que passe por debaixo da barriga e suba pelas laterais do corpo até as costas. É como se ela fosse uma cinta que sustenta a barriga.

Quem não gosta desse tipo de lingerie, pode contar com esse mesmo recurso, mas dessa vez a faixa compõe o visual da roupa. É uma faixa elástica (que pode ser colorida ou estampada) que se coloca sobre a cintura da calça (jeans, leg, tanto faz). A função dela é a mesma: ajudar a sustentar o peso da barriga. Com o peso dela sob controle, a postura fica mais reta e a coluna sofre menos sobrecarga.

Mas nada disso tira a importância dos exercícios – afinal, um corpo exercitado é muito mais forte e poderá, até, dispensar acessórios auxiliares como esta faixa. A musculatura treinada dará conta do recado, mantendo a postura do jeito certo e conservará a saúde da grávida.

E quando olhamos para algumas décadas atrás e vemos como as coisas eram, paramos para: “como elas faziam??”

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Estamos vivendo um momento de grande valorização do corpo. Seja pela estética, seja pela saúde – ou ainda por ambos -, a frequentação das academias é sempre grande, independente da localização das mesmas. Homens e mulheres de todas as idades e com todo tipo de objetivos inseriram os exercícios físicos orientados em suas rotinas diárias, mas já se nota a presença de públicos mais específicos como idosos, adolescentes e gestantes entre os aparelhos.

Na verdade, esse público específico habitualmente precisa de acompanhamento diferenciado devido às suas peculiaridades. Os idosos, por terem os ossos e a musculatura enfraquecidos pela ação do tempo sobre seus hormônios e também sobre seu vigor físico, nem sempre podem progredir da mesma maneira que um jovem adulto. Por isso, deve receber acompanhamento diferente dos demais praticantes. Também os adolescentes devem receber atenção extra, já que seu físico ainda não está plenamente consolidado e as lesões sofridas podem acarretar sequelas permanentes. E já as gestantes, devido à sua condição, costumam ser direcionadas para a modalidade de pilates para gestantes, uma série de exercícios especificamente desenvolvida para elas e de acordo com cada fase gestacional.

Especialidades de valor

É consenso que o comércio sempre busca atender, prioritariamente, ao grande público, padronizado, com gostos e necessidades parecidos; isso facilita a organização da cesta de produtos e serviços que oferecerão. Porém, em época de valorização do que é diferente e dos pensamentos e necessidades divergentes, atender ao que não é “padrão” se tornou uma maneira de diferenciar-se da concorrência.

As-academias-costumavam-ter-uma-estrutura-padronizada-com-as-outras.As academias, até pouco tempo atrás, só diferiam na cor do logo e no nome; por dentro, encontravam-se os mesmos aparelhos de ginástica, as mesmas cargas (pesos) e os mesmos tipos de modalidade de exercícios (em geral, esteira, musculação, séries aeróbicas e alguma modalidade de dança). Isso mantinha clientes específicos à margem das academias, como os idosos e as gestantes, frequentemente impedidos de frequentá-las por não haver profissional capacitado para acompanhá-los.

Agora, isso mudou – pelo menos nas melhores academias. O diferencial que importa não é mais o visual dos aparelhos comprados mas, sim, o tipo de profissional contratado. Além daqueles educadores físicos que orientam a maioria dos frequentadores, existem agora aqueles que se especializam em atividade física para a 3ª idade, além de especialistas em ginástica para adolescentes e também para gestantes (em geral, fisioterapeutas).

Assim, o que antes parecia um “gasto” sem retorno para os donos das academias, agora se provou lucrativo, já que esse tipo de diferencial atraiu um público com necessidades específicas de atividade física (muitas vezes por orientação médica) e que muitas vezes pode pagar um pouco mais por este serviço diferenciado. Se saem satisfeitos daquela academia, fazem a melhor propaganda do mundo lá fora, e de graça: o famoso boca-a-boca.

E a estrutura? Mesma coisa?

A-estrutura-da-academia-fará-toda-diferença-no-resultado-com-o-seu-corpo.Seria uma injustiça dizer que a estrutura não faz diferença, porque faz sim. Uma das características típicas de academias que espantam clientes é o espaço interno. Uma academia que “empilha” muitos aparelhos em um espaço pequeno normalmente desagrada à maioria deles, já que transmite a sensação de lugar fechado, claustrofóbico. Além do mais, esta atitude dificulta a circulação do ar no interior, aumentando muito a temperatura interna – sem contar na difusão daquele cheirinho de suor desagradável dos praticantes.

O espaço interno ideal permite que os aparelhos sejam organizados com pelo menos meio metro entre eles e formando corredores por onde ao menos três pessoas consigam trafegar sem dar trombadas. E se há espaço para que as pessoas transitem com liberdade, certamente há também para o fluxo de ar.

Algumas academias vêm usando aparelhos de ar-condicionado para deixar a temperatura interna mais confortável, especialmente em dias de muito calor. Entretanto, o que é visto como diferencial positivo pode se converter numa má ideia. O praticante não percebe mas, ao estressar a musculatura durante um exercício mais pesado, seu corpo direciona muito de sua energia para a reconstrução de fibras musculares lesadas (a chamada fase de “recuperação”) e, por causa disso, seu sistema imunológico fica temporariamente debilitado. Como um aparelho de ar-condicionado refrigera o ar do interior do ambiente, sem reciclá-lo com o ar externo, todas as bactérias ali presentes se mantém em constante circulação pelo ambiente. O resultado pode ser uma gripe generalizada entre vários praticantes daquela academia, ou outras doenças infectocontagiosas mais sérias.

Outros aspectos importantes são a iluminação e o som. Ambientes mal iluminados podem desestimular o exercício, por induzirem à sonolência (além de forçarem muito a vista). Além do mais, podem dificultar na hora de alterar os pesos dos aparelhos, já que muitas vezes esses pesos são de cor escura e trazem a indicação do peso em baixo-relevo. O som, normalmente músicas eletrônicas ou rock, devem estar em um volume confortável para que os praticantes o escutem e sejam estimulados por ele, porém não deve estar tão alto a ponto de precisarem conversar aos berros. A música alta demais, além de provocar danos de longo prazo aos ouvidos, podem provocar dores de cabeça e irritação. A observação rigorosa destes quesitos (luz e som) pode se tornar um importante diferencial da academia.

Todos estes são detalhes em série que merecem atenção especial, especialmente se o objetivo é destacar uma academia entre as demais.

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Muito se tem discutido ultimamente sobre os tipos de parto e qual seria o melhor para a mãe e o bebê. Especialmente agora, depois de uma resolução do governo para estimular o parto normal e reduzir o número assustador de cesarianas, a discussão reacendeu-se de maneira explosiva – e muita vezes apaixonada. São muitas as mulheres que defendem a cesárea, e tantas outras defendem o parto normal (ou seja, via vaginal).

Independente do tipo de parto, que certamente depende de um grande número de fatores e avaliações, em todos os casos é importante que a gestante se prepare para este momento. É comum pensarmos que apenas no caso do parto normal será necessária uma preparação física mas, na verdade, a cesárea também exige muito do corpo da mulher. É uma cirurgia de grande porte cuja recuperação correrá de maneira satisfatória se a mãe estiver com boa saúde – melhor ainda se tiver se preparado especificamente para esta época.

Preparação física

Não é novidade: um corpo que se movimenta e se exercita se sai bem em qualquer situação. Quando o assunto é gravidez e parto, então, nem se fala! A gestante que tem o hábito de praticar atividades físicas, mesmo que seja uma simples caminhada diária, sai na frente em relação aquelas que levam uma vida sedentária. E não é só pelo peso!

A-gestação-promove-um-intenso-e-árduo-processo-de-problemas-com-o-corpo.O corpo da mulher grávida sofre alterações muito grandes e em espaço de tempo muito curto. Imagine uma mulher que ganhe 12 quilos ao longo da gestação; numa média grosseira, isso significa quase 1,5kg por mês, durante nove meses. Considerando que a maioria engorda pelo menos 15 quilos, essa média sobe para 1,6kg. E o pior: quase sempre, esse peso é concentrado na região da barriga. Esse rápido ganho de peso sobrecarrega a coluna, que exige muito da musculatura das costas e da barriga para manter o equilíbrio do corpo – ou pelo menos, tentar. O organismo de uma mulher sedentária tem muito mais dificuldade e manifesta isso através de dores e câimbras frequentes.

Uma das formas de se preparar, caso caminhadas e academias não agradem, é praticar uma certa modalidade de Pilates, o Pilates para gestantes. Este tipo de exercício é direcionado inteiramente para a mulher grávida, levando em conta sua preparação física e fase da gestação. Quem já praticou Pilates alguma vez sabe que alguns exercícios são bastante puxados – e quem nunca fez uma aula dessas certamente já ouviu falar que “o bicho pega” em algumas séries. Mas não há razão para se preocupar: a modalidade para gestantes foi desenvolvida para que qualquer grávida possa praticá-la sem problema algum – e caso haja algum impedimento médico, é possível fazer adaptações individuais nos exercícios. É só levar a avaliação à fisioterapeuta para que ela estude o caso e faça os ajustes necessários.

Preparação psicológica

Engana-se quem pensa que apenas o parto natural exigirá equilíbrio da mulher na hora H, devido às dores e ao esforço necessário. A cesárea também exige muito equilíbrio emocional pois o ambientem querendo ou não, é hospitalar – ou seja, é esterilizado, mas não é “bonito”. Haverão vários profissionais lá dentro, mascarados e com aventais, manipulando instrumentos cirúrgicos diversos e marulho de monitores cardíacos, etc. A mulher estará presa na maca, sem reação a nada e totalmente entregue pela circunstância do parto, e isso pesa muito na mente dela.

A-preparação-para-essa-nova-etapa-da-vida,-precisa-ser-bem-trabalhada-em-todos-os-sentidos.Por isso, em qualquer tipo de parto é importantíssimo que a mulher tenha equilíbrio mental e psicológico para enfrentar essa etapa tão poderosa: a chegada do filho ao mundo e tudo que isso acarretará dali por diante. O apoio de psicoterapeutas pode ser de grande ajuda ao longo da gestação para a mulher se preparar para o parto e o puerpério, e também para manter a sanidade durante a gestação! Afinal, os hormônios vão entrar em polvorosa e as alterações de humor se tornarão uma realidade muito próxima, podendo deixar a vida da gestante – e de quem estiver por perto – um tanto mais difícil. A orientação de um profissional nessa fase é de suma importância.

Mas existem também os cursos de gestante, que reúnem várias grávidas para discutir seus medos, anseios, dificuldades, trocar dicas, trocar abraços… Estes cursos são uma grande experiência inclusive para os pais, que podem trocar relatos de experiências sobre suas mulheres e sobre si mesmos. Sim, porque os pais também “engravidam” nessa época, mas de outra forma – e isso é muito assustador para eles! Se eles tiverem ajuda para manter o equilíbrio nessa época, poderão ajudar suas mulheres (e poderão ajudar a si mesmo também! rsrs).

Portanto, voltamos a insistir: preparação para o parto é importante seja lá qual for a forma como o bebê vai nascer. Não deixe esse assunto para depois, pois quanto mais rápido começarem os preparativos, mais equilibrada estará no grande dia.